Esse tema pode ser explorado por vestibulares e pelo ENEM que acontece agora no próximo final de semana. Além disso, é importante saber mais sobre o assunto pois a ignorância pode nos levar a destruição. Algumas pessoas ainda acreditam que o aquecimento global é "papinho de Rede Globo", que isso é uma coisa que está longe de acontecer. Para se instruir mais sobre o tema, recomendo que assistam o documentário "Uma verdade inconveniente", onde o ex-vice presidente dos EUA, Mr. Al Gore, discute com riqueza de detalhes o alarmente processo que o nosso planeta está vivendo. Todas as informações fornecidas nesse documentário foram baseadas em estudos feitos durante décadas, sobre os índices de carbono na atmosfera. Vale a pena...
E pra estimulá-los, vai uma reportagem retirada do site da Agência Fapesp (http://www.agencia.fapesp.br/)
Abraços.
Agência FAPESP – O gelo marinho está cada vez mais fino. Grandes áreas do Ártico estão com espessura de apenas 1 metro, o que equivale a uma diminuição de aproximadamente 50% em comparação com 2001. As medidas foram feitas por uma expedição de 50 cientistas de diversos países.
O grupo está há quase três meses a bordo do navio Polarstern com o objetivo de estudar grandes extensões no Ártico, em pesquisa que faz parte do Ano Polar Internacional.
Entre os primeiros resultados do trabalho, o grupo identificou que não são apenas as correntes oceânicas que estão mudando, mas a própria estrutura do Ártico.
Bóias autônomas, programadas para se deslocar sozinhas, foram espalhadas com o objetivo de recolher dados que possam aprofundar o conhecimento a respeito das mudanças na região. Os dados são recebidos via satélite e a primeira conclusão é totalmente negativa.
"A cobertura de gelo no mar do pólo Norte está definhando, o oceano e a atmosfera estão se aquecendo constantemente e as correntes oceânicas estão mudando", disse Ursula Schauer, do Instituto Alfred Wegener para Pesquisa Polar e Marinha, na Alemanha, que participa da expedição ao lado de cientistas da Rússia, Finlândia, Estados Unidos, Espanha, Suíça, França, Holanda e China.
"Estamos no meio de uma fase de mudanças dramáticas no Ártico e o Ano Polar Internacional oferece uma oportunidade única para estudar o oceano em colaboração com pesquisadores internacionais", disse Ursula.
Os cientistas também encontraram elevada concentração de áreas em processo de descongelamento tanto no oceano como em lagos. A espessura do gelo marinho no Ártico tem diminuído desde 1979, até o atual 1 metro na bacia central.
Simulações feitas em computador apontam que todo o gelo do Ártico pode desaparecer em menos de 50 anos caso o aquecimento global continue nas taxas atuais. O Ártico é a região que mais tem sido afetada pelo aquecimento causado pelo efeito estufa.
O grupo está há quase três meses a bordo do navio Polarstern com o objetivo de estudar grandes extensões no Ártico, em pesquisa que faz parte do Ano Polar Internacional.
Entre os primeiros resultados do trabalho, o grupo identificou que não são apenas as correntes oceânicas que estão mudando, mas a própria estrutura do Ártico.
Bóias autônomas, programadas para se deslocar sozinhas, foram espalhadas com o objetivo de recolher dados que possam aprofundar o conhecimento a respeito das mudanças na região. Os dados são recebidos via satélite e a primeira conclusão é totalmente negativa.
"A cobertura de gelo no mar do pólo Norte está definhando, o oceano e a atmosfera estão se aquecendo constantemente e as correntes oceânicas estão mudando", disse Ursula Schauer, do Instituto Alfred Wegener para Pesquisa Polar e Marinha, na Alemanha, que participa da expedição ao lado de cientistas da Rússia, Finlândia, Estados Unidos, Espanha, Suíça, França, Holanda e China.
"Estamos no meio de uma fase de mudanças dramáticas no Ártico e o Ano Polar Internacional oferece uma oportunidade única para estudar o oceano em colaboração com pesquisadores internacionais", disse Ursula.
Os cientistas também encontraram elevada concentração de áreas em processo de descongelamento tanto no oceano como em lagos. A espessura do gelo marinho no Ártico tem diminuído desde 1979, até o atual 1 metro na bacia central.
Simulações feitas em computador apontam que todo o gelo do Ártico pode desaparecer em menos de 50 anos caso o aquecimento global continue nas taxas atuais. O Ártico é a região que mais tem sido afetada pelo aquecimento causado pelo efeito estufa.